domingo, 17 de maio de 2020

(...)

- eu não acredito em mais nada
- perdeu a sua sombra Bill?
- por que você diz isso?
- porque o homem que perde a sua sombra não tem mais nada a perder... 

 " (...) a cura da sombra é uma questão de amor. Até onde poderia o nosso amor estender-se às partes quebradas e arruinadas de nós mesmos, às nossas partes repulsivas e perversas? Quanta caridade e compaixão sentimos pelas nossas próprias fraquezas e doenças? Como poderíamos construir uma sociedade interior baseada no princípio do amor, reservando um lugar para todos? 
E uso a expressão "cura da sombra" para enfatizar a importância do amor. 
Se nos aproximamos de nós mesmos para nos curar e colocamos o "eu" no centro, isso com muita frequência degenera no objetivo de curar o ego — ficar mais forte, tornar-se melhor e crescer de acordo com os objetivos do ego, que em geral são cópias mecânicas dos objetivos da sociedade. Mas quando nos aproximamos de nós mesmos para curar essas firmes e intratáveis fraquezas congênitas de obstinação, cegueira, mesquinhez, crueldade, impostura e ostentação, defrontamo-nos com a necessidade de todo um novo modo de ser; nele, o ego precisa servir, ouvir e cooperar com um exército de desagradáveis figuras da sombra e descobrir a capacidade de amar até mesmo o mais insignificante desses traços. Amar a si mesmo não é fácil, pois significa amar todas as partes de si mesmo - incluindo a sombra, na qual somos tão inferiores e tão inaceitáveis socialmente." A cura da sombra - JAMES HILLMAN

                                                                       fotografia Stock royalty-free

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sexta-feira, 8 de maio de 2020

a boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária

(...) a mãe que não consegue ser suficientemente boa não confia em si mesma e muito menos em seu filho ... "Seus filhos geralmente se tornam crianças inquietas, desconfiadas, apáticas, inibidas e submissas." (Winnicott)
Se o desenvolvimento flui normalmente, chega o momento em que a mãe apresenta o mundo ao seu bebê, e ela vai se tornando a
Mãe desnecessária.
   k. m Berggren

  Gustav Klimt

Pablo Picasso

                                                   Gioia Albano

                                              Willian Hubbard

                                            Vladimir Volegov

                                                        Mara Tran Long

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quarta-feira, 29 de abril de 2020

Ψ “Você é escravo do que precisa sua alma”. (Jung)

*Um vislumbre do labirinto de relacionamentos 
C. G. Jung - reflexões do Livro Vermelho:

*Relações podem ser suaves ou verdadeiros pesadelos.
*Se o vínculo é romântico ou sexual, não importa.
*Tampouco é relevante se o parceiro é do mesmo sexo ou do sexo oposto.
*O que importa é se o “outro” colou sobre a nossa pele, ou se houve química.
                                                     Gustav Klimt
*Você sabe quando você sente isso.
*Uma atração, uma afinidade, uma montanha-russa de felicidade que pode quebrar rapidamente todas as estratégias de enfrentamento cuidadosamente criada e nutrida, fazendo com que baixemos a guarda.

                                                                                      William Adolphe Bouguereau                                                                         
*Às vezes pode parecer uma loucura, pode ser assustador.
*Não é isso que tínhamos em mente quando nos abrimos para outro!
*Necessidades e emoções que nunca pensamos que existiam vão se aflorando, ficamos mais vulneráveis e paradoxalmente mais fortes.
*O redemoinho interior vale a pena, pois é o custo do anseio de nossa alma por uma conexão verdadeira com o outro interiior.
                                                          
*A noção de que existe um outro interior, imaginado e personificado como um ser do sexo oposto, está no cerne do pensamento junguiano.
*A princípio, o ego não sabe nada sobre essa dinâmica.
*Mas a psique precisa se tornar consciente de si mesma.
*Esse impulso evolucionário para a consciência é arquetípico, simplesmente é.
*Se resistirmos, seremos arrastados... chutando, gritando e enfurecidos contra o mundo.
*Se aceitarmos esse anseio arquetípico em relação à consciência, poderemos aprender a respirar durante o passeio, por mais acidentado que nos apresente ... pois ninguém nunca vai nos prometer um jardim de rosas permanentemente.
*Jung expressa essa noção do outro interior do Livro Vermelho da seguinte maneira: “Você, homem, não deve buscar o feminino nas mulheres, mas buscá-lo e reconhecê-lo em si mesmo ... você, mulher, não deve procurar o masculino homens, mas assumir o masculino em si mesma”. Só então podemos alegar ser uma pessoa completa.
*Só então podemos nos aventurar no relacionamento.
*Só então poderemos ver e amar a pessoa como ela é.
*Psique é bissexual.
*Isso não tem relação alguma com nossas identificações sexuais.
*Como então aprendemos sobre o outro dentro de nós?
*Nós inconscientemente colocamos (projetamos) nosso eu desconhecido em outra pessoa.
*O que nós experimentamos quando esta dinâmica é  ativada é uma forte reação emocional a outra pessoa.
*Podemos ficar irritados, repelidos, irritados, mas principalmente, para o bem ou para o mal, podemos nos apaixonar.
*Não podemos evitar ... Jung diz: “Você é escravo do que precisa sua alma”.
*Sem dúvida o menos confortável, como sempre é o caminho da alma.
*Bem-vindo à batalha de nossa alma corajosa em sua aventura de conectar-se ao espírito.
*Porque, em última análise, é através do arquétipo contrasexual que o mundo além do ego, a dimensão transpessoal e espiritual se abre para nós.
*Eu opto por oferecer o seguinte: não resistir à atração de suas emoções, abrir espaço para o seu amor e ódio e todas as suas sombras... sem permitir que as tempestades emocionais assumam o controle.
*O mais importante é nunca perder de vista que enquanto nossa atenção está inteiramente ligada à outra pessoa, estamos sempre explorando e aprendendo sobre nós mesmos.
*Estamos sempre buscando e tocando em um aspecto de nós mesmos no outro.
*Jung nos permite um vislumbre da experiência inábil e crua da jornada de sua alma em direção ao seu lado feminino/ masculino.
*Escrevendo da perspectiva de um homem em geral e do seu muito particular e subjetivo em particular, Jung observa: “É amargo para o homem mais masculino aceitar sua feminilidade, já que parece ridículo para ele, impotente e de mau gosto”.
*A experiência de uma mulher será diferente, mas na maioria dos casos ela também lutará com sua aceitação do masculino dentro de si.
*É quando o amor pode se transformar em ódio.
*Porque “ele” é tão dominante, tão controlador, tão violento, tão insensível ...
“Ele” pode ser tudo isso, mas essas qualidades podem estar adormecidas na psique da mulher, sem o conhecimento dela, mas geralmente experimentadas por outras pessoas. “O feminino no homem está ligado ao mal ... o masculino da mulher está ligado ao mal”.
*Não é uma declaração fácil de engolir: “Portanto, as pessoas detestam aceitar o seu próprio outro”, continua Jung.
*A escuridão daquilo que experimentamos como mal é demais para ser possuída e, precisa ser projetada sobre a que estamos próximos.
*Lembra de uma época em que a pessoa que você amava se transformou em uma monstruosidade?“

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sábado, 18 de abril de 2020

Ψ ele não é nem burro nem louco, é perverso

Ruth de Aquino, de O Globo, conversou com o psicanalista *Joel Birman e fez uma análise da condição mental do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O Conversa Afiada reproduz alguns trechos da coluna em 17.04.2020:

*Vamos chamar a coisa pelo nome.
*O presidente eleito por milhões de brasileiros não é louco.
*Psicóticos e neuróticos podem ser classificados assim.
*Eles sofrem e enxergam o sofrimento do outro.
*Eles não têm método.
*Bolsonaro é diferente.
*Pelos estudos da psiquiatria inglesa no século XIX, Bolsonaro se encaixaria em outra categoria: a dos psicopatas.
*Conversei com o psicanalista Joel Birman para entender essas fronteiras entre transtornos mentais.

“A psicopatia não é uma loucura no sentido clássico, mas uma insanidade moral, um desvio de caráter de quem não tem como se retificar porque não sente culpa ou remorso”. 

Os psicopatas são “autocentrados, agem com frieza e método”.

“Não têm empatia em relação ao outro, o que lhes interessa é o que lhes convém”. 

*A pandemia só tornou esses traços de Bolsonaro mais gritantes.

*Desde os primeiros grandes gestos do presidente, ficou claro, disse Birman, que seus atos “são marcados por crueldade e violência”. 

*Proposição de liberar fuzis para civis.
*Proposição de acabar com os radares nas estradas.
*Proposição de não multar a falta de cadeirinha nos automóveis para crianças.
*Proposição de acabar com os exames toxicológicos para motoristas de caminhão e ônibus.
*Proposição de legalizar o garimpo predatório nas florestas e terras indígenas.
*Tudo isso é um atentado à vida.

*Eu poderia lembrar o que muitos teimam em esquecer.

*Que Bolsonaro já era assim antes de ser eleito.

*Quem defende torturador e condena as vítimas, publicamente, no Congresso, não é uma pessoa que preza a vida.

*Não surpreende, portanto, que o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, denuncie, sem meias palavras, a “política genocida” de Bolsonaro.

*O presidente trocou seu ministro da Saúde, era sua prerrogativa, mas será barrado pelo STF se insistir em condenar o isolamento social e ameaçar a saúde pública.

*Ao criar uma realidade paralela, Bolsonaro desfruta sua liberdade de ir e vir sem se importar com as consequências de seu exemplo.

*Ele refuta a ciência, ignora as normas sanitárias nacionais e internacionais, receita remédios polêmicos sem autoridade para isso, ironiza quem se isola, chamando a mim e a você de “moleques”. 

*Coloca em maior risco os pobres. O presidente é uma temeridade ambulante. Troca um ministro da Saúde competente e popular em plena batalha.

*Ao se recusar a divulgar o resultado de seu exame, Bolsonaro despreza a população, se acovarda e age diferente dos homens públicos que honram seus cargos.

*Pode até ser que esteja imune após uma versão branda da Covid-19 e por isso se sinta apto a saracotear pelas ruas e padarias, mexendo em dinheiro e comida, enxugando o nariz e apertando as mãos do povo aglomerado.

*Bolsonaro não é burro nem louco. É perverso, ao estimular um comportamento de altíssimo risco.


quarta-feira, 15 de abril de 2020

(...)

"O homem é um animal solitário, um animal infeliz, só a morte pode consertar a gente."

"Um ladrão é considerado um pouco mais perigoso do que um artista."
 (O caso Morel)
                                              Rubem Fonseca - 1929/ 2020
"Neste mundo cruel e egoísta de hoje é uma surpresa encontrar um homem tão generoso como você." 

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Será que a raça humana está partindo?


                                            Dois Sóis no Pôr do Sol

(...) 


E enquanto o para-brisa derrete


Minhas lágrimas evaporam


Deixando apenas brasa à proteger


Finalmente eu entendi os sentimentos das minorias


Cinzas e diamantes


Inimigo e Amigo


Éramos todos iguais no final


"... e agora, a meteorologia:


Amanhã estará nublado com chuvas isoladas


Alastrando-se para o leste... com temperatura


Esperada de 4000° Celsius... "


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sábado, 28 de março de 2020

É ilusão pensar que continuaríamos sempre saudáveis num mundo doente” Papa Francisco

Papa Francisco/ março de 2020 em uma impressionante cena: a Praça São Pedro completamente vazia.
(...) “Na nossa avidez de lucro, deixamo-nos absorver pelas coisas e transtornar pela pressa. Não nos detivemos perante os teus apelos, não despertamos face a guerras e injustiças planetárias, não ouvimos o grito dos pobres e do nosso planeta gravemente enfermo. Avançamos, destemidos, pensando que continuaríamos sempre saudáveis num mundo doente”.

(...) “A tempestade desmascara a nossa vulnerabilidade e deixa a descoberto as falsas e supérfluas seguranças com que construímos os nossos programas, os nossos projetos, os nossos hábitos e prioridades. Mostra-nos como deixamos adormecido e abandonado aquilo que nutre, sustenta e dá força à nossa vida e à nossa comunidade”, (...)  “o Senhor interpela-nos e, no meio da nossa tempestade, convida-nos a despertar e ativar a solidariedade e a esperança”.

domingo, 22 de março de 2020

(...)

Leonardo Boff: "O coronavírus: o perfeito desastre para o capitalismo do desastre"
A atual pandemia do coronavírus representa uma oportunidade única para repensarmos o nosso modo de habitar a Casa Comum, a forma como produzimos, consumimos e nos relacionamos com a natureza.

Chegou a hora de questionar as virtudes da ordem do capital: a acumulação ilimitada, a competição, o individualismo, a indiferença face à miséria de milhões, a redução do Estado e a exaltação do lema de Wallstreet: ”greed is good” (a cobiça é boa). Tudo isso agora é posto em xeque. Ele tem dias contados.
O que agora nos poderá salvar não são as empresas privadas mas o Estado com suas políticas sanitárias gerais, sempre atacado pelo sistema do mercado “livre” e serão as virtudes do novo paradigma, defendidas por muitos e por mim, do cuidado, da solidariedade social, da corresponsabilidade e da compaixão.

O primeiro a ver a urgência desta mudança foi o presidente francês, neoliberal e vindo do mundo das finanças E. Macron. Falou claro: “Caros compatriotas, precisamos amanhã tirar lições do momento que atravessamos, questionar o modelo de desenvolvimento que nosso mundo escolheu há décadas e que mostra suas falhas à luz do dia, questionar as fraquezas de nossas democracias. O que revela esta pandemia é que a saúde gratuita sem condições de renda, de história pessoal ou profissão, e nosso Estado-de Bem-Estar Social não são custos ou encargos mas bens preciosos, vantagens indispensáveis quando o destino bate à porta. O que esta pandemia revela é que existem bens e serviços que devem ficar fora das leis do mercado”.
Aqui se mostra a plena consciência de que uma economia só de mercado, que tudo mercantiliza e sua expressão política o neoliberalismo são maléficas para a sociedade e para o futuro da vida.

Mais contundente ainda foi a jornalista Naomi Klein,uma das mais perspicazes críticas do sistema-mundo e que serviu de título ao meu artigo: ”O coronavírus é o perfeito desastre pra o capitalismo do desastre”.

Essa pandemia produziu o colapso do mercado de valores (bolsas), o coração deste sistema especulativo, individualista e antivida como o chama o Papa Francisco.

Este sistema viola a lei mais universal do cosmos, da natureza e do ser humano: a interdependência de todos com todos; que não existe nenhum ser, muito menos nós humanos, como uma ilha desconectada de tudo o mais.

Mais ainda: não reconhece que somos parte da natureza e que a Terra não nos pertence para explorá-la ao nosso bel-prazer, mas que nós pertencemos à Terra.

Na visão dos melhores cosmólogos e dos astronautas que veem a unidade Terra e Humanidade, somos aquela porção da Terra que sente, pensa, ama, cuida e venera. 

Superexplorando a natureza e a Terra como se está fazendo no mundo inteiro, estamos nos prejudicano a nós mesmos e nos expondo às reações e até aos castigos que ela nos impõe. É mãe generosa, mas pode mostrar-se rebelada e enviar-nos um vírus devastador.

Sustento a tese de que esta pandemia não pode ser combatida apenas por meios econômicos e sanitários sempre indispensáveis. Ela demanda outra relação para com a natureza e a Terra. Se após passar a crise e não fizermos as mudanças necessárias, na próxima vez, poderá ser a última, pois nos fazemos os inimigos figadais da Terra. Ela pode não nos querer mais aqui.

O relatório do prof.Neil Ferguson do Imperial College of London declarou:”esse é o vírus mais perigoso desde a gripe H1N1 de 1918. Se não houver uma resposta imediata, haveria nos USA 2,2 milhões de mortos e 510 mil no Reino Unido”.

Bastou esta declaração para que Trump e Johnson mudassem imediatamente de posição. Tardiamente se empenharam com fortunas para proteger o povo.

Enquanto que no Brasil o Presidente não se importa, a trata como uma “histeria” e no dizer de um jornalista alemão da Deutsche Welle: ”Ele age de forma criminosa. O Brasil é liderado por um psicopata, e o país faria bem em removê-lo o mais rápido possível. Razões para isso haveria muitas”. É o que o Parlamento e o STF federal, por amor ao povo, deveria sem delongas fazer.

Não basta a hiperinformação e os apelos por toda a mídia. Ela não nos move a mudar de comportamento exigido. Temos que despertar a razão sensível e cordial. Superar a indiferença e sentir, com o coração, a dor dos outros. Ninguém está imune do vírus. Ricos e pobres temos que ser solidários uns para com os outros, cuidarmo-nos pessoalmente e cuidar dos outros e assumir uma responsabilidade coletiva. Não há um porto de salvação. Ou nos sentimos humanos, co-iguais na mesma Casa Comum ou nos afundaremos todos.
As mulheres, como nunca antes na história, têm uma missão especial: elas sabem da vida e do cuidado necessário. Elas podem nos ajudar a despertar nossa sensibilidade para com os outros e para conosco mesmo. Elas junto com operadores da saúde (corpo médico e de enfermagem) merecem nosso apoio irrestrito. Cuidar de que nos cuida para minimizar os males desse terrível assalto à vida humana.

Leonardo Boff escreveu: Como saber cuidar e O cuidado necessário, ambos pela Vozes 2009 e 2013.

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quarta-feira, 18 de março de 2020

UFSC/ HU - Projeto Amanhecer




O Projeto Amanhecer, informa que a partir do dia 16 de março de 2020, estão SUSPENSAS as atividades individuais e coletivas por tempo indeterminado, conforme a Nota Oficial anunciadas na quinta-feira (11/03) pela Administração Central da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em razão da pandemia de COVID-19. A Administração Central salientou que não há comunicação de casos suspeitos ou confirmados que sejam relativos à comunidade da UFSC, entretanto, as medidas adotadas são essenciais neste momento, para que a nossa comunidade não seja mais um fator estressor no sistema de saúde pública de Santa Catarina”. Considerando:
1. O caráter iminente do crescimento de casos relacionados à contaminação pelo Covid-19;
2. Que toda epidemia por fonte propagada, pessoa a pessoa, ou pessoa a pessoas, em que ocorra multiplicidade de contatos, sem conhecimento da fonte propagadora, é potencialmente muito grave;
3. A confirmação de cinco casos no estado de Santa Catarina e, em Florianópolis, um deles nas proximidades do Campus João David Ferreira Lima, área de enorme circulação da comunidade universitária;
4. O Decreto Municipal da Prefeitura Municipal de Florianópolis, que proíbe eventos fechados com distância menor de 2 metros entre os participantes;
5. O potencial de propagação em espaços como os Restaurantes Universitários e a Biblioteca Universitária, locais em que há enorme risco;
6. A implementação de cuidados especiais com grupos vulneráveis, como idosos e imunodeprimidos ou portadores de doenças crônicas, inclusive entre o corpo de servidores técnicos e docentes;
7. A necessidade de reduzir drasticamente a circulação de pessoas nos campi da UFSC, de modo a diminuir os riscos de contaminação em massa;
Recomenda-se que a comunidade interna (acadêmica e servidores) e externa com algum sinal/sintoma de febre, tosse seca, dores no corpo e mal estar, dor de garganta mantenha-se em casa, e evite buscar os serviços de saúde a não ser em casos de real necessidade. Em caso de dúvidas sobre os sintomas, que entre em contato, em Florianópolis, com o serviço  Alô Saúde Floripa, pelo telefone 0800-333-3233, antes mesmo de se dirigir aos postos de saúde e às UPAs.
  • Estaremos comunicando nesse mesmo site, em nota posterior, o retorno dos atendimentos, assim que a situação se estabilizar.
  • Atenciosamente, Projeto Amanhecer.

terça-feira, 10 de março de 2020

Hu - Hospital Universitário UFSC - Projeto Amanhecer




O período de inscrição para o 1º bimestre de 2020 acontecerá nos dias 10/03 e 11/03.
Neste bimestre, assim como nos anteriores, as inscrições para as atividades individuais e coletivas ocorrerão em dias diferentes:
  • O primeiro dia, 10/03 (terça-feira), para as atividades individuais;
  • O segundo dia, 11/03 (quarta-feira), para as atividades coletivas.
http://www.hu.ufsc.br/setores/projeto-amanhecer/

sábado, 7 de março de 2020

8 de março - Dia Internacional da Mulher

                                                                                     Fairey
“Se os homens pudessem nos ver como realmente somos, eles ficariam um pouco surpresos; mas os homens mais espertos e perspicazes muitas vezes têm uma ilusão sobre as mulheres: eles não as lêem sob uma luz verdadeira: eles as interpretam mal, tanto para o bem quanto para o mal: sua boa mulher é uma coisa estranha, meia boneca, meio anjo; a mulher má deles quase sempre um demônio. (Charlotte Brontë, Shirley)
“O feminismo não travou guerras. Não matou adversários. 
Não estabeleceu campos de concentração, não criou as desigualdades sociais e a fome, nem criou inimigos, não praticou crueldades... Suas batalhas sempre foram pela educação, pelo voto, por melhores condições de trabalho ... pela segurança nas ruas ... pelos cuidados com as crianças, pelo bem-estar social ... pelos centros de estupro, refúgios femininos, reformas na lei. Se alguém diz: 'Ah, eu não sou feminista', pergunto: 'Qual é o seu problema?' ” (Dale Spender)
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