terça-feira, 11 de agosto de 2026

Estamos imersos no mundo das imagens

”Encontramo-nos sempre presos à nossa experiência psicológica. Estamos imersos no mundo das imagens.
Independentemente do que dizemos sobre o psíquico, falamos sempre a partir de um arquétipo. Quando Freud diz que a razão e o inicio de tudo é a sexualidade, trata-se igualmente de uma ideia arquetípica. É a ideia primitiva por excelência, assim como a ânsia de poder de Adler. Estas duas idéias estão presentes entres os filósofos antigos, na ideias gnósticas e alquímicas: a natureza se deleita com a natureza, a natureza domina a natureza. Essa realidade foi expressa pelo símbolo da cobra que morde a própria cauda, o Uroboros.

Quando então acreditamos estar pronunciando uma verdade definitiva, estamos enganados: expressamos somente um arquétipo. Em suma, isso indica que o arquétipo vive. Vive em Freud, vive em Adler e igualmente em mim.” (JUNG, C.G. Seminários sobre Sonhos de Crianças)
                           𝚿 Fatima Vieira - Psicóloga Clínica



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