Vladimir Kush
"A voz interior é a voz de uma vida mais plena e de uma consciência mais ampla e abrangente. Por isso, dentro da mitologia, o nascimento de um herói ou seu renascimento simbólico costumam coincidir com o nascer do sol; é que o formar-se da personalidade equivale a um aumento da consciência. Pelo mesmo motivo, a maioria dos heróis é designada por atributos do Sol, e o instante em que surge sua grande personalidade é chamado de iluminação.“ (O Desenvolvimento da Personalidade - Jung)
Ψ http://fatimavieira.psc.br/
sábado, 27 de julho de 2019
Ψ Projeção

"Uma diminuição da hipocrisia e um aumento do autoconhecimento só podem resultar numa maior consideração para com o próximo, pois somos facilmente levados a transferir para nossos semelhantes a falta de respeito e a violência que praticamos contra nossa própria natureza."
(Psicologia do inconsciente - Jung)
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"Como Lágrimas na Chuva"
Morre em 19 de julho de 2019, o ator Rutger Hauer - Blade Runner (1982), interpretou o personagem Roy Batty, líder dos androides, chamados replicantes... coincidentemente', a morte do personagem na trama ocorre em novembro de 2019.
Na última cena do filme Hauer proferiu aquele que se tornaria um dos monólogos mais famosos da história do cinema:
"Eu vi coisas que vocês homens nunca acreditariam. Naves de guerra em chamas na constelação de Órion. Vi raios-C resplandecentes no escuro perto do Portal de Tannhaüser. Todos esses momentos se perderão no tempo, como lágrimas na chuva. Hora de morrer".
terça-feira, 23 de julho de 2019
(...)
a questão é - se você pode amar a si mesmo...
"Amar alguém é fácil, mas amar o que você é, o que é você mesmo, é como se você estivesse abraçando um ferro em brasa incandescente: ele queima em você e isso é muito doloroso. Portanto, amar alguém à princípio é sempre uma fuga ... e todos nós nos divertimos quando somos capazes disso. Mas ... você não pode ficar longe de você para sempre, você tem que voltar, tem que chegar a essa experiência, para saber se você realmente pode amar. Essa é a questão - se você pode amar a si mesmo, e esse será o teste.
(Carl Jung, Zarathustra Seminars)
http://fatimavieira.psc.br
"Amar alguém é fácil, mas amar o que você é, o que é você mesmo, é como se você estivesse abraçando um ferro em brasa incandescente: ele queima em você e isso é muito doloroso. Portanto, amar alguém à princípio é sempre uma fuga ... e todos nós nos divertimos quando somos capazes disso. Mas ... você não pode ficar longe de você para sempre, você tem que voltar, tem que chegar a essa experiência, para saber se você realmente pode amar. Essa é a questão - se você pode amar a si mesmo, e esse será o teste.
(Carl Jung, Zarathustra Seminars)
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quinta-feira, 11 de julho de 2019
(...)
"Faz diferença dizer sim ao destino e cumpri-lo positivamente, ou dizer não e ser por ele arrastado contra a própria vontade. Podemos assim dizer que embora haja uma certa predestinação, ela não é absoluta. Não se trata da idéia fatalista de Alá que tudo decide e faz as coisas acontecerem de um certo jeito. Podemos alterá-las e é por isso que a terapia faz sentido. Podemos alterá-las compreendendo o padrão da nossa vida e portanto, evitando certas consequências negativas. Podemos conferir-lhe um aspecto relativamente mais positivo". (Marie-Louise von Franz 1915/ 1998 Psicoterapeuta Analítica, importante continuadora do trabalho deJung). http://fatimavieira.psc.br
domingo, 7 de julho de 2019
O Amor O Sorriso e a Flor
Meditação
João Gilberto
Quem acreditou,
No amor, no sorriso, na flor,
Então sonhou, sonhou...
E perdeu a paz,
O amor, o sorriso e a flor,
Se transformam depressa demais
Quem, no coração,
Abrigou a tristeza de ver,
Tudo isto se perder
E, na solidão,
Procurou um caminho e seguiu,
Já descrente de um dia feliz
Quem chorou, chorou,
E tanto que seu pranto já secou
Quem depois voltou,
Ao amor, ao sorriso e à flor,
Então tudo encontrou
Pois, a própria dor,
Revelou o caminho do amor,
E a tristeza acabou
(João Gilberto - Juazeiro, 10 de junho de 1931 — Rio de Janeiro, 6 de julho de 2019)
Então sonhou, sonhou...
E perdeu a paz,
O amor, o sorriso e a flor,
Se transformam depressa demais
Quem, no coração,
Abrigou a tristeza de ver,
Tudo isto se perder
Procurou um caminho e seguiu,
Já descrente de um dia feliz
Quem chorou, chorou,
E tanto que seu pranto já secou
Quem depois voltou,
Ao amor, ao sorriso e à flor,
Então tudo encontrou
Pois, a própria dor,
Revelou o caminho do amor,
E a tristeza acabou
(João Gilberto - Juazeiro, 10 de junho de 1931 — Rio de Janeiro, 6 de julho de 2019)
quinta-feira, 4 de julho de 2019
(...)
"(...) já não temos mais amor nem paciência e somos nós próprios a dizer ao irmão que está dentro de nós: 'Raca!' [louco], condenando-nos, dessa forma, a nós próprios e irando-nos contra nós mesmos. Exteriormente, dissimulamos aquilo de que somos feitos o negamos categoricamente haver encontrado à nossa frente esse miserável que habita dentro de nós, e mesmo que o próprio Deus tivesse se aproximado de nós, oculto sob estes traços repugnantes, nós o teríamos rejeitado milhares de vezes, muito antes que o galo cantasse". (Psicologia da religião ocidental e oriental - C. G. Jung)
Ψ Fatima Vieira - Psicóloga Clínica
Ψ Fatima Vieira - Psicóloga Clínica
Consultório: Av. Osmar Cunha, 183 - Ceisa Center - bloco A - Sala 901 - Florianópolis- SC
domingo, 30 de junho de 2019
Ψ O "Acidente" o mal encontro na estrada como pré-texto?
(...) cada um descerá ao seu inferno no seu ritmo.
"Quase diria que o mal encontro na estrada foi o pre-texto para o motorista inventar (não descobrir) o texto que reescreve sua história..."
Ψ Fatima Vieira - Psicóloga Clínica
Consultório: Av. Osmar Cunha, 183 - Ceisa Center - bloco A - Sala 901 - Florianópolis- SC
"Quase diria que o mal encontro na estrada foi o pre-texto para o motorista inventar (não descobrir) o texto que reescreve sua história..."
Tal invenção é possível porque a transferência - o laço libidinal atual do paciente com seu analista - forneceu ao evento contingente o contexto em que pôde ser lido como necessário. (...) Pouco importa saber o que acontece na 'realidade', lidamos apenas com a leitura feita pelo paciente, da qual o analista é o destinatário preferencial.
Conforme o modelo clássico determinista de Freud pensaríamos que o inconsciente de tal paciente foi o responsável pelo desastre de carro em que se viu envolvido.
O motorista não teria saído para passear senão, possuído pelo seu demônio interior, para bater.
Prefiro pensar que o acidente permanece acidental, até o motorista conjecturar durante uma sessão que destruir o carro que ganhara do pai era (podia ser) uma mensagem dirigida a este último.
A batida tornara-se um significante depois da ocorrência - da ocorrência discursiva, não rodoviária -, um significante do desejo paterno.
A psicanálise é o trabalho de discurso que transforma o azar em acontecimento. Quase diria que o mal encontro na estrada foi o pre-texto para o motorista inventar (não descobrir) o texto que reescreve sua história. Tal invenção é possível porque a transferência - o laço libidinal atual do paciente com seu analista - forneceu ao evento contingente o contexto em que pôde ser lido como necessário. (...) Pouco importa saber o que acontece na 'realidade', lidamos apenas com a leitura feita pelo paciente, da qual o analista é o destinatário preferencial.
(Desler Lacan - Ricardo Goldenberg)
Ψ Fatima Vieira - Psicóloga Clínica
Consultório: Av. Osmar Cunha, 183 - Ceisa Center - bloco A - Sala 901 - Florianópolis- SC
sexta-feira, 28 de junho de 2019
Ψ Psicoterapia - O Encontro Definitivo Com A Sombra
"Amar a si mesmo não é fácil, pois significa amar todas as partes de si mesmo - incluindo a sombra, na qual somos tão inferiores e tão inaceitáveis socialmente."
"(...) a cura da sombra é uma questão de amor. Até onde poderia o nosso amor estender-se às partes quebradas e arruinadas de nós mesmos, às nossas partes repulsivas e perversas? Quanta gentileza e compaixão sentimos pelas nossas próprias fraquezas e doenças? Como poderíamos construir uma sociedade interior baseada no princípio do amor, reservando um lugar para todos?
(...) uso a expressão "cura da sombra" para enfatizar a importância do amor. Se nos aproximamos de nós mesmos para nos curar e colocamos o "eu" no centro, isso com muita frequência degenera no objetivo de curar o ego - ficar mais forte, tornar-se melhor e crescer de acordo com os objetivos do ego, que em geral são cópias mecânicas dos objetivos da sociedade.
Mas quando nos aproximamos de nós mesmos para curar essas intratáveis fraquezas congênitas de obstinação, cegueira, mesquinhez, crueldade, impostura e ostentação, defrontamo-nos com a necessidade de todo um novo modo de ser; nele, o ego precisa servir, ouvir e cooperar com um exército de desagradáveis figuras da sombra e descobrir a capacidade de amar até mesmo o mais insignificante desses traços.
Amar a si mesmo não é fácil, pois significa amar todas as partes de si mesmo - incluindo a sombra, na qual somos tão inferiores e tão inaceitáveis socialmente." (Ao Encontro da Sombra - A cura da sombra - JAMES HILLMAN)
Ψ Fatima Vieira - Psicóloga Clínica
Consultório: Av. Osmar Cunha, 183 - Ceisa Center - bloco A - Sala 901 - Florianópolis- SC
"(...) a cura da sombra é uma questão de amor. Até onde poderia o nosso amor estender-se às partes quebradas e arruinadas de nós mesmos, às nossas partes repulsivas e perversas? Quanta gentileza e compaixão sentimos pelas nossas próprias fraquezas e doenças? Como poderíamos construir uma sociedade interior baseada no princípio do amor, reservando um lugar para todos?
(...) uso a expressão "cura da sombra" para enfatizar a importância do amor. Se nos aproximamos de nós mesmos para nos curar e colocamos o "eu" no centro, isso com muita frequência degenera no objetivo de curar o ego - ficar mais forte, tornar-se melhor e crescer de acordo com os objetivos do ego, que em geral são cópias mecânicas dos objetivos da sociedade.
Mas quando nos aproximamos de nós mesmos para curar essas intratáveis fraquezas congênitas de obstinação, cegueira, mesquinhez, crueldade, impostura e ostentação, defrontamo-nos com a necessidade de todo um novo modo de ser; nele, o ego precisa servir, ouvir e cooperar com um exército de desagradáveis figuras da sombra e descobrir a capacidade de amar até mesmo o mais insignificante desses traços.
Amar a si mesmo não é fácil, pois significa amar todas as partes de si mesmo - incluindo a sombra, na qual somos tão inferiores e tão inaceitáveis socialmente." (Ao Encontro da Sombra - A cura da sombra - JAMES HILLMAN)
Ψ Fatima Vieira - Psicóloga Clínica
Consultório: Av. Osmar Cunha, 183 - Ceisa Center - bloco A - Sala 901 - Florianópolis- SC
quarta-feira, 19 de junho de 2019
as flores que florescem no abraço macio do sono ...
Sonhos ... Outros Fragmentos
(...) andando por caminhos difíceis... obstáculos... ela parece nunca chegar ao seu destino ... as mesmas estradas se repetem no sonho ela carrega bolsas pesadas ... e reclama de cansaço...
(...) um caminho inóspito terra seca ...
nascem florzinhas delicadas ... ela apanha uma lilás e coloca na lapela ... e caminha levemente feliz
Metamorfose da planta
a planta não está acomodada ela está sempre em movimento para se capacitar na sua adaptabilidade às condições mais adversas da natureza... e ela força o mundo a se adaptar também às suas necessidades.
Goethe: fala da planta em processo de desenvolvimento e refinamento da forma expansão e contração... folha se expande... cálices e brácteas se contraem... esplêndida expansão que leva à pétala... Nova contração resulta o ponto de encontro entre estame e estigma... uma última expansão e explode em fruto... e segue com a contração da semente... ciclo completa... a nova planta está pronta em sua essência, para começar tudo de novo ...
Lehrs: princípio da renúncia - quando a folha verde é elevada a status de flor nesta progressão da folha para a flor, a planta sofre um declínio decisivo em sua vitalidade. Comparada à Folha, a flor é um órgão agonizante.
"Agonia em estado de Ser"
Em sua mera forma vegetativa, a vida aqui é vista recuando a fim de permitir que ocorra uma manifestação superior do seu espírito/ essência: a explosão da flor.
*Mesmo princípio no Reino dos insetos quando a vitalidade da lagarta se depura na beleza efêmera da borboleta.
*No ser humano, é ainda ele próprio o responsável por essa metamorfose ou processo orgânico que ocorre na passagem do metabolismo para o sistema nervoso e que passa reconhecer como a condição prévia para o aparecimento da consciência no interior do organismo.
*Recolher belas flores é uma indicação de prosperidade. Você será muito feliz em todos os seus empreendimentos.
Ver flores desabrochando em solo árido
refere que você terá ou está passando por uma experiência dolorosa,
mas sua energia e alegria permitirão que você suba
através delas até a proeminência e a felicidade.
Jung via as flores como símbolos do Self arquetípico
Símbolos de criatividade no mundo desperto, as flores servem não apenas como maravilhas da criação, mas como milagres da própria criatividade.
Com um ponto central que se irradia para fora em desenhos suaves e intrincados.
Podemos também comparar o processo de confrontar as trevas na psique com a esperança de individuação para plantar sementes com a esperança de flores futuras.
O solo deve ser cultivado e o solo deve ser tratado. Devemos cavar o solo e confiar a ele sementes que cobrimos e deixamos para trás, esperando pelo que não podemos ver nem controlar para fazer o trabalho do vir a ser da planta.
Se estamos envolvidos em terapia ou alguma disciplina espiritual trabalhando a alma, então sonhos de flores poderiam anunciar um grau de
autointegração e individuação.
A autointegração não é a dissolução da personalidade.
A autointegração é uma expansão do ser. É a aceitação da verdade que, embora possamos estar vivendo em estado decaído, fomos originalmente criados como seres inteiros, suficientes e únicos.
A autointegração significa que agora estamos cientes deste fato e estamos a caminho de nos tornarmos a flor contida na semente plantada no solo.
"Quanto à suculenta flor de cactus, é grande e cheirosa e de cor brilhante. É a vingança sumarenta que faz a planta desértica. É o explendor nascendo da esterilidade despótica".
(Clarice Lispector)
Fonte: "A Dimensão Mítica: Ensaios Selecionados, 1959-1987"
por Joseph Campbell.
"O Segredo da Flor Dourada: Um Livro Chinês da Vida",
de Richard Wilhelm
Psicologia e Alquimia - C.G. Jung
Ψ Fatima Vieira - Psicóloga Clínica
sexta-feira, 14 de junho de 2019
quarta-feira, 5 de junho de 2019
quarta-feira, 29 de maio de 2019
(...)
"Às vezes sinto-me como se estivesse espalhado sobre a paisagem e dentro das coisas e estou vivendo em todas as árvores, nos respingos das ondas, nas nuvens e nos animais que vêm e vão, na procissão das estações.
Miho Hirano
(...) não há nada na terra que não tenha crescido em sua própria forma ao longo das décadas, nada com o qual eu não esteja ligado. Aqui você conta a sua história e eu a minha; aqui está o espaço para o reino sem espaço do mundo e o interior da psique.” (Carl G. Jung)
Miho Hirano
(...) não há nada na terra que não tenha crescido em sua própria forma ao longo das décadas, nada com o qual eu não esteja ligado. Aqui você conta a sua história e eu a minha; aqui está o espaço para o reino sem espaço do mundo e o interior da psique.” (Carl G. Jung)
segunda-feira, 20 de maio de 2019
O Fotogênico Buraco Negro
O dia 10 de abril de 2019 entrará para a história como a data em que a primeira imagem real de um buraco negro foi divulgada para o mundo. Quem está por trás do algoritmo de detecção da icônica imagem é uma jovem cientista de 29 anos *Katie Bouman.
A fotografia captada levou dois anos para ser renderizada pela comunidade científica uma equipe de 200 cientistas.
Assim refere a jovem cientista: “Observando, incrédula, a primeira imagem que eu já fiz de um buraco negro que estava em processo de reconstrução”. (*Ph.D. em Engenharia Elétrica e Ciência da Computação pelo MIT, bacharelado em Engenharia Elétrica pela Universidade de Michigan e graduação em Engenharia Elétrica e Ciência da Computação pelo MIT).
(...) Stephen Hawking (1942 - 2018), pode ter solucionado o paradoxo sobre os buracos negros. A ideia do físico e de seus colegas, Malcolm J. Perry e Andrew Strominger, é que quando uma partícula carregada entra em um buraco negro, adiciona um tipo de fóton a ele, gerando uma espécie de impressão holográfica. Enquanto tudo que é físico desaparece nos buracos negros, essas impressões são deixadas para trás – o que significa que as informações sobre o buraco negro se mantêm vivas.
(...) O paradoxo veio à tona durante uma palestra de Hawking no Royal Institute, Londres em 2016 ... O físico, no entanto, acrescentou uma nova abordagem, relacionando os buracos negros com a depressão. “A mensagem dessa palestra é que buracos negros não são prisões eternas como pensávamos. Coisas podem escapar do buraco negro por qualquer um dos lados – e talvez saiam em outro Universo”, disse. “Então se você sente como se estivesse em um buraco negro, não desista. Sempre existe uma forma de sair.”
Ψ Fatima Vieira - Psicóloga Clínica
A fotografia captada levou dois anos para ser renderizada pela comunidade científica uma equipe de 200 cientistas.
Assim refere a jovem cientista: “Observando, incrédula, a primeira imagem que eu já fiz de um buraco negro que estava em processo de reconstrução”. (*Ph.D. em Engenharia Elétrica e Ciência da Computação pelo MIT, bacharelado em Engenharia Elétrica pela Universidade de Michigan e graduação em Engenharia Elétrica e Ciência da Computação pelo MIT).
(...) Stephen Hawking (1942 - 2018), pode ter solucionado o paradoxo sobre os buracos negros. A ideia do físico e de seus colegas, Malcolm J. Perry e Andrew Strominger, é que quando uma partícula carregada entra em um buraco negro, adiciona um tipo de fóton a ele, gerando uma espécie de impressão holográfica. Enquanto tudo que é físico desaparece nos buracos negros, essas impressões são deixadas para trás – o que significa que as informações sobre o buraco negro se mantêm vivas.
(...) O paradoxo veio à tona durante uma palestra de Hawking no Royal Institute, Londres em 2016 ... O físico, no entanto, acrescentou uma nova abordagem, relacionando os buracos negros com a depressão. “A mensagem dessa palestra é que buracos negros não são prisões eternas como pensávamos. Coisas podem escapar do buraco negro por qualquer um dos lados – e talvez saiam em outro Universo”, disse. “Então se você sente como se estivesse em um buraco negro, não desista. Sempre existe uma forma de sair.”
Ψ Fatima Vieira - Psicóloga Clínica
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