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terça-feira, 19 de maio de 2020
quinta-feira, 7 de setembro de 2017
Independência do Brasil: 195 anos e Ainda Não Construímos Uma Nação Para Todos.
Roque Sponholz
*Independência do Brasil: 195 anos e ainda não construímos uma nação para todos.
*Não foi por falta de luta e mobilização.
*Mas toda vez que chegamos perto, ocorreu um golpe a favor de interesses estrangeiro.
*Foi assim com Vargas em 1954, com Jango em 1964, com Tancredo em 1985 e com Lula e Dilma em 2016.
*Toda vez que a vida do trabalhador brasileiro começa a melhorar por um governo minimamente comprometido com o povo, os muito ricos aliam-se ao imperialismo, rompem a ordem institucional, fazem uma caça às bruxas e quando o regime fica insustentável, soltam as rédeas.
*As forças de resistência em geral cometem os mesmos erros: isolam-se, caem em luta fratricida, não analisam os erros e/ou acertos das experiências anteriores, tendem a esperar uma saída messiânica com um salvador e subestimam a necessidade de construir uma ampla unidade em torno de um projeto.
*É preciso ter em mente que sim: trata-se de uma conspiração para reorientar a política externa brasileira em favor dos interesses dos Estados Unidos e garantir a pilhagem dos recursos naturais e econômicos do país para o grande capital financeiro internacional.
*Algo como a volta a uma condição de "semi"-colônia "semi"-escravista, com traidores quinta-colunas bem posicionados em órgãos de Estado nos três poderes, na mídia e no grande empresariado.
*A luta para derrotar o golpe é hoje a luta pela Independência nacional. Mais do que nunca precisamos construir a unidade: Lula, Ciro, Requião, Jandira, os movimentos sociais, sindicais, as entidades juvenis e estudantis, ambientais, todos os setores que puderem se juntar contra os exercícios militares dos Estados Unidos na Amazônia, contra a entrega da base de Alcântara, contra a instalação de uma base estadunidense na cabeça do cachorro e contra a exploração da Renca.
*A defesa da Amazônia vai unir o Brasil!
*Hoje, a luta contra a privataria de Temer, Alckmin, Pezão e Dória posiciona os entreguistas vendilhões da pátria na trincheira oposta à dos verdadeiros patriotas que lutam pela soberania nacional.
*O Brasil não será uma teocracia como pretende Crivella e suas ovelhas, nem um país fascista, machista e racista como pretende Bolsonazi.
*O Brasil será um país rico, soberano e desenvolvido, capaz de garantir o bem-estar a toda sua população.
*Esse é o projeto que deu o primeiro passo em 1822, o segundo em 1888, o terceiro em 1930 e o quarto em 1985.
*Não podemos retroceder em nenhum desses avanços, mas ao contrário, sair da defensiva e ganhar corações e mentes em defesa da verdadeira independência do Brasil.
Fonte: Thomas de Toledo - Historiador pela FFLCH/USP, mestre em Desenvolvimento Econômico pelo IE/Unicamp, Professor de Relações Internacionais e ex-Secretário Geral do Cebrapaz.
*Independência do Brasil: 195 anos e ainda não construímos uma nação para todos.
*Não foi por falta de luta e mobilização.
*Mas toda vez que chegamos perto, ocorreu um golpe a favor de interesses estrangeiro.
*Foi assim com Vargas em 1954, com Jango em 1964, com Tancredo em 1985 e com Lula e Dilma em 2016.
*Toda vez que a vida do trabalhador brasileiro começa a melhorar por um governo minimamente comprometido com o povo, os muito ricos aliam-se ao imperialismo, rompem a ordem institucional, fazem uma caça às bruxas e quando o regime fica insustentável, soltam as rédeas.
*As forças de resistência em geral cometem os mesmos erros: isolam-se, caem em luta fratricida, não analisam os erros e/ou acertos das experiências anteriores, tendem a esperar uma saída messiânica com um salvador e subestimam a necessidade de construir uma ampla unidade em torno de um projeto.
*É preciso ter em mente que sim: trata-se de uma conspiração para reorientar a política externa brasileira em favor dos interesses dos Estados Unidos e garantir a pilhagem dos recursos naturais e econômicos do país para o grande capital financeiro internacional.
*Algo como a volta a uma condição de "semi"-colônia "semi"-escravista, com traidores quinta-colunas bem posicionados em órgãos de Estado nos três poderes, na mídia e no grande empresariado.
*A luta para derrotar o golpe é hoje a luta pela Independência nacional. Mais do que nunca precisamos construir a unidade: Lula, Ciro, Requião, Jandira, os movimentos sociais, sindicais, as entidades juvenis e estudantis, ambientais, todos os setores que puderem se juntar contra os exercícios militares dos Estados Unidos na Amazônia, contra a entrega da base de Alcântara, contra a instalação de uma base estadunidense na cabeça do cachorro e contra a exploração da Renca.
*A defesa da Amazônia vai unir o Brasil!
*Hoje, a luta contra a privataria de Temer, Alckmin, Pezão e Dória posiciona os entreguistas vendilhões da pátria na trincheira oposta à dos verdadeiros patriotas que lutam pela soberania nacional.
*O Brasil não será uma teocracia como pretende Crivella e suas ovelhas, nem um país fascista, machista e racista como pretende Bolsonazi.
*O Brasil será um país rico, soberano e desenvolvido, capaz de garantir o bem-estar a toda sua população.
*Esse é o projeto que deu o primeiro passo em 1822, o segundo em 1888, o terceiro em 1930 e o quarto em 1985.
*Não podemos retroceder em nenhum desses avanços, mas ao contrário, sair da defensiva e ganhar corações e mentes em defesa da verdadeira independência do Brasil.
Fonte: Thomas de Toledo - Historiador pela FFLCH/USP, mestre em Desenvolvimento Econômico pelo IE/Unicamp, Professor de Relações Internacionais e ex-Secretário Geral do Cebrapaz.
domingo, 28 de agosto de 2016
Brasileiros Foram Feitos de Palhaços: Luis Fernando Veríssimo
*28 de Agosto de 2016 - A tragicomédia brasileira de 2016, em que a presidente honesta é afastada por políticos corruptos, por meio de um golpe parlamentar, foi retratada pelo escritor Luis Fernando Verissimo, no artigo "Ri, palhaço".
"Depois da provável cassação da Dilma pelo Senado, ainda falta um ato para que se possa dizer que la commedia è finita: a absolvição do Eduardo Cunha.
Nossa situação é como a ópera “Pagliacci”, uma tragicomédia, burlesca e triste ao mesmo tempo...
"O Eduardo Cunha pode ganhar mais tempo antes de ser julgado, tempo para o corporativismo aflorar, e os parlamentares se darem conta do que estão fazendo, punindo o homem que, afinal, é o herói do impeachment.
*Foi dele que partiu o processo que está chegando ao seu fim previsível agora. Pela lógica destes dias, depois da cassação da Dilma, o passo seguinte óbvio seria condecorarem o Eduardo Cunha. Manifestantes: às ruas para pedir justiça para Eduardo Cunha!"
*Verissimo faz ainda um lembrete: "evite olhar-se no espelho e descobrir que, nesta ópera, o palhaço somos nós."
*Neste fim se semana, Le Monde e New York Times ridicularizam o Brasil.
No NYT, Dilma é devorada por ratos.
http://www.brasil247.com
No jornal francês, o impeachment foi chamado de golpe ou farsa:
http://www.brasilpost.com.br/2016/08/27/editorial-le-monde_n_11738986.html
Fonte: Brasil 247
"Depois da provável cassação da Dilma pelo Senado, ainda falta um ato para que se possa dizer que la commedia è finita: a absolvição do Eduardo Cunha.
Nossa situação é como a ópera “Pagliacci”, uma tragicomédia, burlesca e triste ao mesmo tempo...
"O Eduardo Cunha pode ganhar mais tempo antes de ser julgado, tempo para o corporativismo aflorar, e os parlamentares se darem conta do que estão fazendo, punindo o homem que, afinal, é o herói do impeachment.
*Foi dele que partiu o processo que está chegando ao seu fim previsível agora. Pela lógica destes dias, depois da cassação da Dilma, o passo seguinte óbvio seria condecorarem o Eduardo Cunha. Manifestantes: às ruas para pedir justiça para Eduardo Cunha!"
*Verissimo faz ainda um lembrete: "evite olhar-se no espelho e descobrir que, nesta ópera, o palhaço somos nós."
*Neste fim se semana, Le Monde e New York Times ridicularizam o Brasil.
No NYT, Dilma é devorada por ratos.
http://www.brasil247.com
No jornal francês, o impeachment foi chamado de golpe ou farsa:
http://www.brasilpost.com.br/2016/08/27/editorial-le-monde_n_11738986.html
Fonte: Brasil 247
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